
Tropecei
Num poema morto
Sem nome
Nem autor
Encontrei-o
Caído
Prostrado
Na calçada
Enlameada
Aproximei-me
E ergui-o com cuidado
Para que se não desintegrassem
As palavras
Que nele estavam
Incrustadas
Li-o emocionada
Porque lhe senti o amargo
Do malogro
Que o matou
Só no fim percebi
Que o que ali
Jazia
Nas minhas mãos
Era um bilhete suicida
De um amor
Proibido
Que nunca foi...
Num poema morto
Sem nome
Nem autor
Encontrei-o
Caído
Prostrado
Na calçada
Enlameada
Aproximei-me
E ergui-o com cuidado
Para que se não desintegrassem
As palavras
Que nele estavam
Incrustadas
Li-o emocionada
Porque lhe senti o amargo
Do malogro
Que o matou
Só no fim percebi
Que o que ali
Jazia
Nas minhas mãos
Era um bilhete suicida
De um amor
Proibido
Que nunca foi...
bom dia! muito bom este poema.
ResponderEliminargostei
abraço
Tão bonito!
ResponderEliminarÉ de autoria própria?
Se sim, tens muito jeito :)
Beijinhos.
♥Marisa♥
Marisa
ResponderEliminarÉ de minha autoria, sim.
Muito obrigado!
Amor proibido sempre dá inspiração, esse então é lindo.
ResponderEliminarObviamente que é da tua autoria... e eu por aqui continuo feliz por te ler.Fantástico.
ResponderEliminarUm beijo enorme deste teu admirador
JLL